Póstumamente serei a imagem
Desbravada do olhar cínico
Em extensões não intencionais.
As minhas passadas inconfundíveis,
Terão pisado amargamente
O vosso foco de dor.
Na obstinação esculpida
Das rugas da face, distendem-se
O conhecimento supremo do fracasso!
Pintem-me a aura!
Não?!
Deveras infundada esta missão!
Aura Noir, ad eternum...