quarta-feira, 8 de maio de 2013
The Divine Image
And Jealousy a human face;
Terror the human form divine,
And secrecy the human dress.
The human dress is forged iron,
The human form a fiery forge,
The human face a furnace seal’d,
The human heart its hungry gorge.
- William Blake
- From: Songs of Experience
quinta-feira, 14 de junho de 2012
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Cumpras por própria. Manda no que fazes,
Nem de ti mesmo servo.
Ninguém te dá quem és. Nada te mude.
Teu íntimo destino involuntário
Cumpre alto. Sê teu filho."
quinta-feira, 19 de maio de 2011
quarta-feira, 9 de março de 2011
Baba*Baba*Baba*
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Novidades do Porto
terça-feira, 12 de outubro de 2010
E ao 3º elo se completou o círculo
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Porque me alegras os dias
sábado, 5 de junho de 2010
Lay your head down at my chest
E reger-se por uma só corrente é aceitar um fado
Cristalizado e dramático.
Às vezes a minha mente é demasiado rígida
Como uma vara que sustém uma planta.
Preferia ser apenas a planta,
De caule vigoroso independente
Que estende as suas folhas, largas e sedentas
A um sol fosforescente!
domingo, 7 de junho de 2009
A sereia solitária
Sob o crepúsculo lunar,
De uma qualquer lua do Universo,
Acossado por cânticos loucos
De invocações ancestrais dá-se
A génese do ser aquático,
Carpido de promessas de ventura.
Formosa, esguia figura que enlaça mortalmente
Os néscios que se deixam cativar,
Nas ondas do seu caudal!
E entoando as profecias da sua concepção
Finca as garras no sopro da vida alheia,
O néctar da sua sobrevivência!
Noiva estelar emergindo de águas
Pulsantes de obscuras formas de vida!
Irmã abençoada no altar do plenilúnio
Encoberta de véus flutuantes,
Ventos visíveis, magenta!
Na alquimia perfeita de sombra e pálida luz,
O clamor do nascimento, o abrir de olhos,
O expulsar da dormência!
Recoberta da vida marítima,
Em torno dos seus fiapos de cabelo, flutuando
Se dá o início, o primeiro passo...o caminho...o horizonte!
sexta-feira, 27 de março de 2009
Sei de um rio
“Sei de um rio, sei de um rio
Em que as únicas estrelas nele sempre debruçadas
São as luzes da cidade
Sei de um rio, sei de um rio
Onde a própria mentira tem o sabor da verdade
Sei de um rio…
Meu amor dá-me os teus lábios, dá-me os lábios desse rio
Que nasceu na minha sede, mas o sonho continua
E a minha boca até quando ao separar-se da tua
Vai repetindo e lembrando
Sei de um rio, sei de um rio
Meu amor dá-me os teus lábios, dá-me os lábios desse rio
Que nasceu na minha sede, mas o sonho continua
E a minha boca até quando ao separar-se da tua
Vai repetindo e lembrando
Sei de um rio, sei de um rio
Sei de um rio, até quando”
Pedro Homem de Melo – letra
Alain Oulman – música
Camané – Interpretação no álbum “Sempre de mim”





