domingo, 16 de novembro de 2008

"...tu para mim ainda és a destruidora de todas as sepulturas. Salvé, minha vontade! E só onde há sepulturas é que há ressurreições!..."

'Assim falava Zaratustra', Nietzche

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

TOOL



...do fantástico álbum Lateralus, de tempos em que a solidão escolar era intensa e pesarosa...mas com momentos suportáveis...Parabol, o prelúdio da cativante Parabola...

::PARABOL::

So familiar
And overwhelmingly warm
This one, this form I hold now
Embracing you, this reality here
This one, this form I hold now
So wide-eyed and hopeful
Wide-eyed and hopefully wild

We barely remember
What came before this precious moment
Choosing to be here
Right now
Hold on, stay inside

This body holding me
Reminding me that I am not alone in
This body makes me feel
Eternal, all this pain is an illusion

::PARABOLA::

We barely remember who or what came before this precious moment,
We are choosing to be here right now. hold on, stay inside...
This holy reality, this holy experience. choosing to be here in...

This body. this body holding me. be my reminder here that I am not alone in
This body, this body holding me, feeling eternal all this pain is an illusion.

Alive

This holy reality, in this holy experience. choosing to be here in...

This body. this body holding me. be my reminder here that I am not alone in
This body, this body holding me, feeling eternal all this pain is an illusion...
Of what it means to be alive

Swirling round with this familiar parable.
Spinning, weaving round each new experience.
Recognize this as a holy gift and celebrate this
Chance to be alive and breathing
Chance to be alive and breathing.

This body holding me reminds me of my own mortality.
Embrace this moment. remember. we are eternal.
All this pain is an illusion.

sábado, 1 de novembro de 2008

Thanatoschizo


Apresentação do álbum zoom code, na Fnac de Santa Catarina e Fnac do Norteshopping, na noite de Halloween...















sexta-feira, 31 de outubro de 2008

This is halloween, this is halloween....

...everybody make a scene...

Wait the witches at the feast
For the first winter's day
The first winter's sun
A-rising in the east
For Death has come for the summertime
And to take the leaves of spring
Hecate, Nemesis, Dark Mother take us in

Samhain, Inkkubus Sukkubus

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Presságio aguardado

Parisienne Moonlight - Anathema

Mente que prescruta, alma que cala...
Visão dormente (?) ou demasiado desperta (?)
Em que universo devo questionar?
Matemático, Filosófico, Humano, Mecanográfico,
Literário, Fantástico, Geológico, Biológico,
Social, Cultural, Espititual...................

Revivo, abespinho os nervos, movo-me freneticamente
no espaço que me confinaram, que me enclausura,
atormento as cálidas paredes que apenas me confinam
a sua tumular indiferença.

Um pressentimento de fim! Para quando?
Onde está a solicitude do meu pressagiado
olhar arrebatador?


Não!!!! Cala-te! Ouve! Sente! Olha! Aceita!
Vive o que existe e esquece o que
Estupidamente criaste
Na manta bordada de negra e vil dor com que cobriste a cabeça...

terça-feira, 21 de outubro de 2008

AXIOMÀTICO

Estátua

Cal

Sangue

Amado

Homólogo

Enamorado


:: Cataclismo::


Pérgula

Conexão

Contracanto

União

Estrutura

Construção


“Leave me alone, i’m too tired for these crazy theories...” After Forever ‘Dreamflight'

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Fields of sorrow

...when I walk the Earth besides you milord, I am a better woman...




Regozijo-me em inversa apoplexia
Por serpenteantes trilhos
Que me entregam
O doce mutismo do teu sonhar...
Recolhidos ...eu contemplo-te com ufanoso abraço,
Com feminino desejo, no regaço recobrado,
No pestanejar que degusta
O esplendor da figura que observa!




...and i can see you running through the fields of sorrow...

Esventro palavras, Professo melodias

“Há palavras que requerem uma pausa e silêncio, e há outras palavras que é preciso afundar logo noutras palavras” – Raul Brandão – Húmus (1917)

Em nome da memorável noite – 8 de Outubro de 2008 – Teatro Sá da Bandeira

Dark Matter - Porcupine Tree

Alor nocturno a sacudir levemente as cinzas dos ombros,
Os passos a contorcerem-se numa ansiedade peculiar.
Descia o asfalto, cabisbaixa,
Anestesiada com a diminuta ideia de libertar inconsequentemente
Toda a gravidade do corpo,
Ser sorvida por um buraco negro, universo paralelo/alternativo.





Não sou mais eu, são imensuráveis dedos:
Massa anónima perante a revelação dos deuses,
Degustaremos o absinto divino?
Os primeiros acordes suspiram e o bramir do êxtase
Impele as vozes a excogitar o seu espaço.
Embevecidos por um torpor concupiscente,
Permitimos os corpos baloiçar na bruma, intocável melodia.




As despedidas, sombras a dissipar a carne,
A inumar desejos, a deixar-nos sós.
Aguardamos na eternidade dos dias
O revisitar da esfinge descalça:
Renovado ardor da guitarra.

Texto: Lady Artemis

Fotografia: Pedro de Sousa

domingo, 12 de outubro de 2008

Caverna Obscura - o som apaziguador

(no title) -


Caverna Obscura - Dargaard - álbum In Nomine Aeternitatis

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Caverna Obscura


Recordar os dias em que todo o cansaço sucumbe perante a distância....

Esquecimento (!), esquecer-me de todos, esquecer até de mim e
Caminhar...

Pontuação peremptória de vírgulas nos afazeres quotidianos
Pontos finais na urbanidade (fica para trás finalmente!)

Respirar, realmente inspirar e expirar
Catalizador do sentir!

Recordar o sorriso,
Só meu,
Neste recôndito altar da Natureza!
Recordar o abraço das águas
E toda a vitalidade pulsante
Das suas marés...

Recordar a união
De uma lágrima (singela) com o vasto e profundo Oceano...

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Ecos retumbam do passado


No silêncio das minhas horas, arrasto o meu manto de brocado pelas saletas palacianas do meu íntimo olhar.
Carrego nos braços a brisa da calcinação dos tempos idos e sorvo nos lábios a neblina do esquecimento.
Ergo a candeia da minha alma, num fogo crepitante de húmidas calcificações tácteis, para um pregaminho!!
Solenemente ,arranco a sua seiva pungente para me revitalizar de apoteótico estado febril em que sonho.
E eu, implacável arauto de bondade, curvo-me sobre os teus despojos e ilumino-te com a minha candeia!
Observo-te silenciosamente, sem receio, do recanto de mim mesma!
E distendo o meu braço para ti!
E ouço-te murmurar...e cada sílaba retumba no meu âmago...forte...grave...avassalador!
Eco do passado, amortizado, exasperado, destilado...e assim te entregas...puro sal da minha terra!

domingo, 21 de setembro de 2008

Mãos


Emiscuir-me (deveria) de apurar pela digitalização
Impressionista de marmóreas vivências as
Conventuais conversas, ininteligiveis, no resguardo
De biombos propositados...

Flexores e extensores, graves movimentos contorcionistas
Alcançando volumptuosamente entranhas e pele, osso e carne
Material e imaterial, corpóreo e volátil,
A sagaz condição derramada entre vontades, sonhos e realidade!

As minhas mãos!

Apêndices oblongos, não discretos, gélidos mas ferverosos na essência!
A conexão justificada e fulcral procedente de autos,
Apaziguadora na vitalidade de um sopro
Ímpia (mas talvez corrompida) na serenidade de mortalhas exangues.

As nossas mãos!

Paralelismo de emoção nas redomas da felicidade!!!
Afinidade em êxtase, no balanço suave do toque!...
No reencontro tão esplêndido da Noite com o Dia,
Aqui te ofereço motejada ferida manual
O meu percurso altruista esculpido em rugas imperceptíveis.
Carpindo hediondos percursos erróneos de ontem
Ampliando o abraço para te receber hoje e amanhã!