quarta-feira, 29 de abril de 2009

Apenas queria partilhar algo que li recentemente. Na revista Loud deste mês, na rúbrica 'The Eternal Spectator', Fernando Ribeiro (vocalista de Moonspell para os desatentos) elegeu algumas das melhores letras músicais de metal escritas. Entre elas uma que a minha pessoa também adora:

Sweet Nurse - Katatonia



Perfeita !!

terça-feira, 28 de abril de 2009

Once Upon a Nightwish

Esta foi a 1ª vez que li uma biografia e adorei por ter sido a de Nightwish, uma vez que, foi a 1ª banda de metal que me cativou (isto já há uns bons 7 anos).


Uma biografia permite sempre resumir os principais feitos de uma banda ao longo da sua jornada de trabalho. Nesta obra são retratados cerca de 10 anos de actividade, desde a sua concepção ao grandioso impacto musical que esta banda imprimiu por esse mundo fora.

A figura central da banda, o criador de toda a conceptualização, atmosfera e imagem, Tuomas Holopainen, vê neste projecto a cristalização de todos os seus sentimentos e vivências. Por isto mesmo, Tuomas sendo a figura que encerra em si uma criatividade ímpar na composição de harmonias e letras, tem também sobre os seus ombros o peso da decisão final em tudo que se relaciona com os membros da banda. Como é óbvio, refiro-me ao despedimento da vocalista Tarja Turunen e consequentemente à decisão da ocupação de seu lugar por Anette Olzon.

Gostos à parte, enfatizo a minha visão com a seguinte frase extraída da obra em questão : “...there’s always bound to be sopranos like Tarja around, but a songwritter like Tuomas is much harder to find.”.


O presente não pode nunca alterar ou apagar aquilo que esta banda me deu no passado, goste-se ou não daquilo que incluí os novos Nightwish.



segunda-feira, 13 de abril de 2009


O olhar prescrutador dos mensuráveis e fugazes observadores, irão declinar sobre mim a sua lupa magnificadora...

Os imensos diálogos que ocorrem nesta mente esquiza e frenética, em velocidade cruzada, fazem com que me esqueça que os meus pares não estão a participar nesta comunicação lunática.

Então o meu silêncio e introspecção parecem ser um defeito terrível.


domingo, 12 de abril de 2009

On rough course to the stars

"E a ciência erguendo ao espaço
Os claros olhos profundos,
Co'a exactidão do compasso
Mede as órbitas dos mundos."

(in A Musa III, 'A Musa em Férias - Sátiras e Idílios' de Guerra Junqueiro)



Adesso sono qui... (now here I am)
An old dungeon hidden from all the light
Thirteen candles enlighten the dark
Shadows are playing their games on the wall
And a shimmering glow fills the arch

Now, as night steps aside, and a new dawn will break
Silently a new age of science awakes

Old theory that has been wrong
Power of the Unniverse
Will take me to the place where I belong

Through the clouds of lies and fear
In silent moments it comes near

In my deepest hour of darkness
They will shine...
-Feel my scorn-
Endlessly...
Splenderanno...per aspera ad astra
(they will shine through adversity and space)
-The sword that killed the Unicorn-

His theories and knowledge
Mean danger in these times
And those accused of heresy
Will no longer be alive
Hide, hide your secrets well
For in your darkest hour you should dwell

An old table covered with parchments and rolls
The great one has children of four
Callisto, Europa, Ganymed e Io
The bright Unniverse to adore

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Catacombe + A Storm of Light

04/04/09 - Cinema Passos Manuel - Porto

CATACOMBE - a banda da noite sem dúvidas. Som experimental de grande valor, adornado por breves minutos pelo efeito "lamp light" que é como quem diz ---> tomem lá o som que é isso que realmente interessa. Palmas para a fantástica banda portuguesa!


www.myspace.com/catacombeband

A Storm of Light - ah sim diz que estava lá também o Mr. John dos Neurosis, mas eu fiquei deveras frustrada por ter sido quase "esbofeteada" com sons agudíssimos, falta de originalidade na parte vocal, já para não falar que a voz pouco se ouvia naquela parafernália amorfa de ruído (e eu que adoro Neurosis - fui ludibriada, aquele não era o John mas um clone alienígena).

Porque é que os Catacombe não tocaram a noite toda? Damn...

Fotos por: Pedro de Sousa

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Tempo


Alicerce construído pelo idóneo Homem
Agrilhoando massas, conceitos, modas
Permitindo compassar as vibrações,
Normatizá-las, castrá-las, pautá-las!

("Time but a passage way, the beggining of the end. An end that never was.
Time but a curve in space. We are forever eternal prisoners in time.
We are forever caught in our cold inertia. Longing, hoping, waitting for noone"
- by Jonas Renske in 'Age of Shadows', Ayreon)

Invisivelmente mastigando
E esmigalhando ondas de espera,
Sustendo o início do prelúdio do acontecer
Vou...
Tecer negativismos ao tempo e condená-lo
A compensar as perdas.
Vou...
Encarcerá-lo numa caixa de metal
E esquecer de o alimentar (muhahahaha...).

terça-feira, 7 de abril de 2009

Spirit of the dance


Em memória do dia 29 de Março de 2009, Coliseu do Porto.


Here we goooooooooooo!!!

Celtic dance e outros ritmos ;)) - hora da despedida!

sexta-feira, 27 de março de 2009

Sei de um rio

Acredito na imensa pluraridade do Ser Humano, em como os seus gostos variam exponencialmente na sua alma, em como o seu aspecto plástico exterior nem sempre caracteriza com acuidade para os outros estes "deslizes" por eles interpretados. Na realidade, é duro apercebermo-nos que aos olhos dos outros somos diferentes, mas reflectindo acima da neblina percebemos que se constatássemos que somos regulares e monocórdicos o abismo seria mais profundo.


“Sei de um rio, sei de um rio
Em que as únicas estrelas nele sempre debruçadas
São as luzes da cidade
Sei de um rio, sei de um rio
Onde a própria mentira tem o sabor da verdade
Sei de um rio…
Meu amor dá-me os teus lábios, dá-me os lábios desse rio
Que nasceu na minha sede, mas o sonho continua
E a minha boca até quando ao separar-se da tua
Vai repetindo e lembrando
Sei de um rio, sei de um rio
Meu amor dá-me os teus lábios, dá-me os lábios desse rio
Que nasceu na minha sede, mas o sonho continua
E a minha boca até quando ao separar-se da tua
Vai repetindo e lembrando
Sei de um rio, sei de um rio
Sei de um rio, até quando”

Pedro Homem de Melo – letra

Alain Oulman – música

Camané – Interpretação no álbum “Sempre de mim”



Uma pedra no meu lago !! :))

domingo, 22 de março de 2009

Paradise Lost - In Requiem

Recordar a banda ... e apreciar a mestria que não se perdeu!



The Enemy

The Crow


Burn - The Cure
“People once believed that when someone dies a crow carries their soul to the land of the dead. But sometimes, something so bad happens that a terrible sadness is carried with it and the soul can’t rest."


"Then sometimes, just sometimes, a crow can bring that soul back to put the wrong things right… Shelley and Eric were very much in love

A year later death is no longer what it was as Eric Draven, accompanied by a Crow and gifted with new powers and a world of grief and pain, is brought back to life to avenge his love’s death. After all, love is forever."




"Eric Draven e sua noiva Shelly são brutalmente assassinados na Noite do Demônio (Devil's Night), a noite que precede o Halloween. Um ano depois, Eric volta do mundo dos mortos guiado por um corvo. Inicialmente sem lembranças do ocorrido, volta ao seu antigo apartamento onde recobra as memórias e a dor da morte. Eric pinta em seu rosto os traços de um palhaço feliz e distorcido e inicia uma caçada para vingar-se de seus assassinos."












"Gifted
with new powers and a world of grief and pain, is brought back to life to avenge his love’s death."


A realização deste filme foi marcada pela morte de Brandon Lee.