I saw her shadow in the darkness
Awaiting me like the night
Awaits the day
Standing silent, smiling at my presence
A black candle holds the only light
(In the mist she was standing - Opeth)
"You have her sympathyEvasão corpórea foi,
O branqueamento da alma e da mente.
Demente consegui...
A elevação acima da detereoração do
Sorriso, tornou-se tão mais cândido e sereno.
No destino, por entre a brisa do mar,
Senti o desacelerar das vozes,
O afastar dos sítios-mais-que-vistos,
O êxodo do compasso rotineiro!
Com novo fôlego,
O ar triturado com prazer
Na minha boca, sorvendo a tua,
O círculo foi traçado com firmeza
E a perfeição da sua curva
Delineou o espaço onde se obtém
Do que é necessário...o essencial!
A linha do nosso abraço,
Entrelaçado, um vácuo entre
Dois corpos de tão intrincados que
Estremecem sob uma energia...
Tão verdadeira que
Personifica a hecatombe da entrega total!
Quando perder o olhar
Nos meandros do silêncio e da espera,
Posso deleitar-me a relembrar os detalhes:
Tu, eu e o mar...
Na marcha turva da minha existência, como ser submerso no Universo e subserviente dos seus teoremas, acho-me num jogo de rotações como uma boneca de trapos, inanimada!
Sob o crepúsculo lunar,
De uma qualquer lua do Universo,
Acossado por cânticos loucos
De invocações ancestrais dá-se
A génese do ser aquático,
Carpido de promessas de ventura.
Formosa, esguia figura que enlaça mortalmente
Os néscios que se deixam cativar,
Nas ondas do seu caudal!
E entoando as profecias da sua concepção
Finca as garras no sopro da vida alheia,
O néctar da sua sobrevivência!
Noiva estelar emergindo de águas
Pulsantes de obscuras formas de vida!
Irmã abençoada no altar do plenilúnio
Encoberta de véus flutuantes,
Ventos visíveis, magenta!
Na alquimia perfeita de sombra e pálida luz,
O clamor do nascimento, o abrir de olhos,
O expulsar da dormência!
Recoberta da vida marítima,
Em torno dos seus fiapos de cabelo, flutuando
Se dá o início, o primeiro passo...o caminho...o horizonte!
...eu não te compreendo...arrancam-te as rosas, essas pessoas vis que só se sabem acossar para os actos maléficos...e mesmo assim quando te olho, lá está um novo rebento! Neste reparei hoje!
Eu sou do mundo e de quem me estava destinado...
Na 1ª imagem, as personagens Misa, Shinigami Ryukku, L. e Raito, compõem a trama central em volta de um caderno com o poder de matar aquele cujo nome esteja inscrito. Este caderno, o Death Note, foi lançado ao mundo dos humanos por um deus da morte - Ryukku - e encontrado por Raito. Este ao testar a sua eficácia e regras (imagem em baixo) dá asas aos seus desejos profundos de transformar o mundo em que vive e assume-se como o "deus do novo mundo", a entidade Kira.
Como em qualquer história na linha moralística do bem versus mal, Raito bate-se contra L.. Cada qual procurando vencer teimosamente o seu adversário. Há claramente a dualidade da justiça de Kira e da justiça legal defendida por L. Uma, baseia-se apenas na decisão de uma pessoa que não vê o poder de matar alguém como algo condenável mas como um meio para atingir um fim. O outro, a justiça que conhecemos, baseando-se no princípio do respeito pela vida humana, não compactua com tais actos.
Findos os (apenas) 37 episódios vejo a possibilidade de um próximo desenvolvimento, isto partindo apenas do conhecimento que existem vários Death Notes e que consoante os valores daqueles que os possuem, diferentes acontecimentos podem surgir...e normalmente interessantes...