- Ultimamente não tenho ouvido nada de "novo" mas queria partilhar este tema do último álbum de Ayreon. Este tema em particular porque parece que estou viciada. Para mim a partir dos 12 minutos não há volta a dar senão seguir até ao fim. Adoro Ayreon desde que o descobri e viciei-me nesta música porque como ele disse no documentário ainda existem pessoas que gostam de colocar os head phones e entrar numa aventura musical. Só para denotar que estes três fazem um belo "casamento" vocal: Marco Hietala, Tommy Karevik e Sara Squadrani.
terça-feira, 20 de janeiro de 2015
- Pensamento parvo do momento: tornei-me numa pessoa de digestão lenta! A sério!! As coisas custam-me a passar pelo filtro e não me estou a referir a comida.
...adiante...
- A vida aqui pela Inglaterras vai seguindo o curso normal, diria eu. Uma pessoa tem que tomar decisões e aceitar as consequências, os acontecimentos positivos e negativos. Não me posso queixar mas como boa portuguesa tenho sempre que enfatizar os defeitos :D isto por aqui tá um frio do mais fucking amazing haha!! Nunca fui pessoa de gostar de sítios muito quentes e sempre preferi os tempos mais frescos ao calor abrasador. Mas meus amigos ao que parece hoje, pelo que me disseram, tinha zonas escurecidas nos lábios...e ainda não devemos estar no pino do Inverno...confesso que estou um pouco receosa, vai que congelo mesmo e depois acho que não há retorno possível dessa situação.
- Outra coisa inevitável são as comparações certo? Afinal que diferenças já encontraste aí por essas terras? Ui, muitas mas também já bastantes semelhanças. Ora uma pessoa chega aqui e é bem recebida e isso é bastante encorajador, faz-nos não tremer tanto nas canetas, dá-nos algum alento. Já fui tão mal tratada no meu país ao menos por aqui a coisa ainda não se deu. Mas depois uma pessoa começa a ver as coisas com maior clareza. Tenho pensado que de facto no início tudo parece muito mais bonitinho do que é e a certo ponto o encantamento quebra-se. O meu já se quebrou há muito tempo, não precisei de muito tempo para observar bem as pessoas e adivinhar-lhes alguns comportamentos. E como disse há pouco tempo a algumas colegas, onde existem pessoas existem problemas. Não interessa bem qual a língua que falam. Mas não interpretem isto como algum estado de desânimo, nada disso. É só que uma pessoa espera que algumas coisas sejam "mais à frente" e vai na volta dou por mim a pensar "estes gajos são uns tónes, uns tótós, uns complicadinhos". Digamos que algumas das suas complicações até tolero porque analisando bem até são para proteger (pelo menos) a nossa situação profissional mas por outro lado às vezes são demasiado lentos, burocráticos e coisas que tal. Mas como estou cá para me adaptar lá vou encaixando algumas linhas de pensamento. Por outro lado sempre que posso lá vou mandando o meu bitaite do "acho que alterando isto ou aquilo teríamos melhores resultados"...mal não faz.
- Em relação ao trabalho em si, estou a entrar no esquema aos poucos. Isto parecendo que não ainda é uma catrefada de informação a absorver e também o compreender como as coisas funcionam per si. Sinto-me suficientemente à vontade para questionar e expôr o meu ponto de vista. Além disso, quer se queira ou não, temos de adaptar a nossa forma de trabalho porque existem regras bastante restritas e não convém uma pessoa armar-se em "papo seco". Simplesmente perguntar como é "normal" fazerem determinada coisa é o suficiente para se ficar esclarecido. Confesso que a minha dificuldade tem passado mais pelas burocracias do que propriamente pelos doentes ou técnicas. E também pelo falar ao telefone...imaginem atender telefonemas (ou fazê-los) numa área super movimentada e com gente sempre a fazer barulho e muitas vezes ter de tentar entender um sotaque estranhíssimo debitado a mil à hora...ok, aqui sim eu panico muitas vezes!!
- E pouco depois de 3 meses passados ainda não há vontade de voltar a correr para trás. Sim, porque já me perguntaram isto tantas vezes que já enjoa :)
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
Hoje é um novo dia! O dia em que finalmente algumas engrenagens se começam a entrosar. Já tenho net na minha nova casa...
Ontem quando andava pelo Facebook encontrei em primeiro lugar uma blogger que diz ter lido mais de 50 livros num ano. Fiquei logo deprimida, parece que ando sempre exausta ultimamente. Mas pronto, depois encontrei isto:
E senti-me motivada a tentar seguir esta lista. Penso que pela minha leitura diagonal vários pontos serão abrangidos pelo mesmo livro mas pronto o que conta é a motivação.
Ontem, também, encontrei a versão original do Hobbit (em inglês) e decidi que era desta que o leria na sua língua original.
Posto isto, estou de momento a ler o thriler "Seizure" de Robin Cook e vou incluí-lo já nesta lista pois estou bem no início. Como sempre não está a desiludir!
Enquanto anadava a passear ontem dei também com vários exemplares de livros do Stephen King, ui, ui (a felicidade!!!)!
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sábado, 8 de novembro de 2014
- 1ª semana -
Para mim como foi a primeira vez que andei de
avião foi logo a primeira nova experiência. Medos na altura: acertar no peso
das malas, passar sem stress pelo detetor de metais (por razões e saúde) e o
restante é tudo que envolve estar dentro de um avião.
Achei o avião com espaço
reduzido, como se fossemos todos num autocarro ali coladinhos uns aos outros. A
viagem foi relativamente curta o que para mim foi bom pois estar ali naquele
espaço apertado dá-me logo uns stresses!!
A chegada às acomodações foi pacífica até tivemos um almoço
ao ar livre oferecido por um dos sindicatos que, ao que parece, estava a fazer
uma acção para sensibilizar os trabalhadores a conviver na hora da refeição em
vez de trazerem trabalho consigo.
A visita à cidade com colegas que já cá estão a trabalhar
foi boa mas muito cansativa pois a maioria de nós estava quase sem dormir
porque o voo foi muito cedo. A certa altura eu só queria atirar-me para cima de
uma cama!!!
No dia seguinte fizemos nova visita à cidade com mais calma
e pudemos também tratar de assuntos como por exemplo marcar dia e hora para
abrir conta. Ora pensavam que era só chegar ali e "ó faxabor quero abrir
conta cá"? Enganam-se! Uma coisa positiva é realmente o banco estar aberto
ao Sábado...coisa que em Portugal é impensável.
Felizmente o tempo tem estado bastante razoável apenas numa
noite esteve um vendaval terrível, pelo que li, por causa de um furacão que
andou por aqui perto, o George. Mas tirando esse dia mais cinzento e ventoso
acho que ainda não "bati mesmo o queixo". As acomodações são
quentíssimas, coisa que não estou habituada e que me causa algum receio pois as
diferenças de temperatura em mim resultam quase sempre em amigdalite :S auch!!!
O caminho do hospital até à cidade demora a pé
aproximadamente 15-20 min. Felizmente não é como em Odemira, bastante plano e
incitador a essa caminhada em qualquer hora do dia.
Algo que tenho gostado bastante é o facto de as pessoas
serem bastante educadas e sorrirem ou cumprimentarem na rua mesmo não nos
conhecendo. Para mim isso tem sido bastante positivo. Já o que me tem chocado é
ver gente sem conta com obesidade e a moverem-se com muita dificuldade ou a
usarem uma espécie de motas eléctricas para poderem ir às compras.
De modo geral acho que aqui é possível existir qualidade de
vida pois a cidade tem zonas pedonais, extensas área verdes. Um bom mercado com
frutas e vegetais vistosos, saborosos e do produtor, o que deveria incitar nas
pessoas melhores hábitos alimentares.
domingo, 19 de outubro de 2014
segunda-feira, 6 de outubro de 2014
Ainda há gente a perguntar-me: "Mas porque é que te vais embora/ nos vais abandonar?"
E eu não sei se ria ou se chore....
Ah! E há até qume se faça ouvir com o "patrão paga certinho no fim do mês". Pois, o meu até ver em 5 anos também pagou certinho no fim do mês. E ainda assim eu vou privá-lo dos meus préstimos. Vejam lá, isto há coisas neste mundo...
domingo, 5 de outubro de 2014
Neste momento:
- iniciei "pausa" oficial no trabalho
- terminei com todos os contratos que tinha e concluí que quem quer fazer isto em cima da hora está tramado
- já troquei o sul pelo norte (santos ares)
- já tenho as malas e bilhete para a viagem (escolher o que levar - pânico!!)
- leituras em inglês diárias são obrigatórias
- ainda tive tempo de ter uma amigdalitezinha (hehe)
- adorei ler "Misery" do Stephen King e iniciei "The Castle of Otranto" do Horace Walpole
- está quase !!!!!!!!!!!!!!
terça-feira, 9 de setembro de 2014
O bom filho a casa torna
De todas as coisas que mais me têm atormentado é saber que descurei o meu cantinho. E de saber o motivo.
Nada de sentimentalismos...perdi a motivação. Mas não foi só nesta actividade.
Tentando saír desta apatia foram tomadas decisões e no fundo da questão era necessário regressar. Como diz o bom adágio português...regressei porque preciso disto.
Quantos pensamentos se me ficaram apenas pelo "sonho acordado" das palavras pensadas e não escritas.
Decisão-base: saír do buraco.
Reflexão: Há cinco anos atrás saí da minha "zona de conforto", ou seja, casa dos pais, para atender à única oportunidade concreta até à data relativa a trabalho. Lá vim eu de mala aviada e computador atrás. Mal aterrei nesta terra não senti qualquer tipo de empatia, nem pelo lugar, nem pelas pessoas. Mas o dever da independência chamava por mim e então lá fiz das tripas coração para me vergar um pouco. Habituada que estava a ser sempre a pessoa estranha e a pessoa que fazia umas avaliações estranhas das coisas. Torci o meu orgulho e cá me deixei ficar.
Chegada ao meu local de trabalho posso dizer que a minha adaptação não foi uma maravilha. E o que é que aconteceu? Fácil, pessoas. Ora é que eu cá tenho os meus conceitos sobre várias coisas como: educação, personalidade, competição, organização e até trabalho de equipa vejam lá! Toda uma panóplia de coisas que tenho guardado cá dentro, boçalidades para muitos. O choque começou mesmo quando tudo se estava a tornar numa angústia persecutória e nem uma alminha para compreender o meu sofrimento. Se fosse aborrecer os meus pais com todas as contrariedades que me aconteciam coitados, entravam em pânico com a distância. Não, lá me fiz de valentona e embrulhei tudo. E pensei que com isto me poderia fortalecer. Até certa medida acho que consegui. Fui aprendendo a contornar os problemas e a saber enfrentá-los.
Devido à distância física de tudo o que eu conhecia melhor e gostava, não foram raras as idas aos correios para enviar o meu currículo para tentar fugir daqui o mais rápido possível. Fui inclusivamente a algumas entrevistas e tristemente, apesar de estar a trabalhar, haveria sempre um "não tem experiência em..." que se entrepunha à minha vontade.
No entanto o tempo ia passando e então decidi deixar-me estar sossegada uns tempos para conseguir experiência de trabalho e também o dito "tempo" que em muitos locais me era exigido.
Concentrei-me mais no meu enriquecimento a nível de conhecimentos, o que também não foi fácil nem motivado por quem devia.
Vida social inexistente. E em boa parte a culpa é minha, ainda hoje o é. Sempre acabo por me deparar com pessoas que acham tudo em mim estranho e nem se dão ao trabalho de tentar perceber. Acabam por me catalogar e pôr de lado. Mas tudo bem, lá tive que superar isso também.
A certa altura Portugal mergulha a pique na crise e o que é que acontece? Cessam os concursos públicos e cessam as minhas remotas chances de voltar, pelo menos ao norte.
Então e agora deixo-me estar? Sim, deixei-me estar.
Por incrível que pareça acontece algo bom, conheço o meu namorado e ele vem viver comigo aqui para a terrinha. Ora versada que estava já a nível de conhecimento das personalidades-tipo daqui cedo o fui ouvindo tecer comentários muito certeiros. Afinal eu não estava louca :D
Muitas vezes se ouve na televisão que Portugal recebe elogios rasgados como bom anfitrião. Estou convencida até hoje que o meu insucesso nesta terra poderia ter sido revertido se: fosse de facto uma turista estrangeira, tivesse dinheiro aos molhos, andasse sempre pelas tascas a apanhar brutas bebedeiras, me incluísse no grupo das alcoviteiras, passasse horas a fio na praça a "controlar" quem passa, onde vai e com quem vai. Ah! E por último, olhar qualquer estranho com desdém e de cima a baixo como se nunca tivesse visto um ser humano na vida. Até hoje não consigo entender esta cultura, este desnível humano, esta falta de tanta coisa. Conclusão: eu odeio esta terra e esta gente e não vou ter saudades disto!
No trabalho, acabo também por desistir de lutar contra a maré. "Todas as pequenas vitórias me souberam a pouco", como já antes dissera aqui. Tornou-se uma cruzada diária estar naquele sítio, a ver as mesmas pessoas a tomar partido das situações em vez de serem punidas. Então deixem-se lá ficar com essas pessoas medíocres que não estão interessadas no sucesso da instituição mas sim em se fazerem passar por "chefes" da malta e terem todos sob a sua rédea. Comecei a dar por mim num estado de alheamento total, quase como se estivesse a ver as coisas do lado de fora.
Tudo isto parece muito mau e foi...mas adquiri instrumentos para seguir adiante. Não me adaptei, é a vida, assumo e vou então à minha vidinha!
E foi então que se deu o tal empurrão. O tal, não consigo mais respirar e vou-me afogar. Chega de hipocrisia e injustiça, tem que existir um lugar melhor para mim. E vou à procura dele!
Não sei se o encontrei mas só pelo facto de ter conseguido saír deste buraco com um certa solidez, já valeu a pena! Mas não tem que ser sempre assim...não é?
Decisão tomada: novo emprego, nova vida.
Por isso que preciso disto, deste sítio, porque agora parece que vou recomeçar finalmente o que já devia ter começado!
Até breve!
domingo, 16 de fevereiro de 2014
The usual randomness
Lá encontrei o meu 'Sol de Inverno' hoje e foi muito bom! Retemperar energias para mais uma jornada nocturna. Entretanto terminei de ler 'The Langoliers' de Stephen King e gostei imenso, próxima história deste livro é 'Janela Secreta, Jardim secreto' e quando o ler vou-me lembrar muito do filme e principalmente do protagonista :D Ainda tenho toda a colecção da 'Guerra dos Tronos' por ler...lá chegarei!
Foto de hoje:
Ao que parece o processo de 'escoamento' de terras está a demorar porque não me lembro de este local ter tanta água. :S e também é giro não saber o nome do sítio...mas sei ir para lá e sei que já lá passei com amigos. Nessa passagem foram referidas as seguintes frases: "isto é mesmo onde Judas perdeu as botas!" e "se eu quisesse assassinar alguém seria aqui o local ideal", por isso, já sabem que é um local com trânsito permanente!!!
Furnas - Vila Nova de Mil Fontes
Adoro esta música:
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Músicas de 2013
Segue-se a lista das músicas que mais ouvi em 2013 independentemente do ano de lançamento dos respectivos albuns. A aplicação 'músicas mais ouvidas' ajudou bastante. Independentemente do género a lista não tem nenhuma ordem de preferência. Cá vai:
Ensiferum - In my sword I trust
Borknagar - The Earthling
Nightwish - Last ride of the day
Draconian - When I wake
Opeth - The lines in my hand
Behemoth - Ov fire and the void
Wintersun - Land of snow and sorrow
Anathema - Untouchable (part two)
Saí à rua naquela tarde de Inverno. A vontade dominada pelo sufoco de não conseguir mais resistir. Saí e vagueei. Na mente os sentidos da música eram preementes e pesados, as palavras quase que faziam o espaço à volta parecer com aquele lugar perfeito que perdi há algum tempo. Nos olhos passava um nevoeiro denso, daqueles que nos deixa apenas ver uns fiapos de realidade. E enquanto vagueei na rua, imaginei estar onde queria e ver aquilo que mais desejava. Para os outros mantém-se a estranheza daquela presença. Ninguém sabe bem o que é e quem é. Por mais que eu lute e mostre quem sou nunca será um acto epifânico. Porque por mais que me olhem nunca me conseguirão de facto ver. A respiração pesada de quem sobe colinas intermináveis, era um facto palpável de que eu realmente estava ali. Mas não estava.
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
Rambling...
Como vem sendo habitual esta época do ano põe-me honestamente em estado de sítio mental. Todos os anos é um reviver das mesmas situações e estados de espírito. Sinto um cansaço incomensurável por tudo e todos que me rodeiam. Mas temo que poucos o notem o que me facilita a vida. Por mim era nesta altura, a ideal para um programa de emigração, as melhores férias do ano.
Temo que o meu discurso se torne repetitivo. Mas o simples facto de estar a ver em loop ao longo do ano as mesmas atitudes execráveis das mesmas pessoas já me está mesmo a desgastar.
Coisas absurdas que parecem só acontecer por aqui, onde estas personalidades abéculas do tenho-um-estatuto-não-oficial-que-me-protege-de-tudo-e-por-isso-posso-fazer-o-que-bem-entender perduram.
Coisas que por mais "cacetadas" que eu tenha sofrido nestes 4 anos continuo a ficar assim:
Pois é, pois é, tão inocentezinha! Coitada!
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Em contrapartida chegaram as temperaturas que me fazem sentir bem melhor, visto que, sou uma pessoa feliz com casacos compridos, cachecóis, luvas, botas, etc.
Vejam lá que as minhas divagações climáticas são tão extensas que uma bela noite sonhei ter ido estudar para uma universidade na Rússia. Sem dúvida dos melhores sonhos que podia ter! Porém este fascínio pelas paisagens repletas de neve sou a pessoa com mais frio nos pés e mãos que possam imaginar...e tenho que ter aquecedores a "bombar" cá por casa.
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Quanto a leituras li "A Raposa Azul" de Sjón mas....................... tenho que reler com outra disposição pois quando páro a pensar no que li parece que consigo ouvir uma brisa a passar dentro da minha cabeça. E isso é mau sinal! Ou eu estava a ler mas estava com a cabeça lá longe, ou o livro era tão abstrato que não fiz qualquer ligação com este. É melhor dar-lhe uma segunda oportunidade.
Entretanto depois desta experiência achei por bem ler algo mais catchy ;D comecei a ler o "Código Da Vinci" e com efeito atingi o objectivo que queria - incitar novamente a vontade de ler mais alguma coisa. A história já é bastante conhecida visto que existe a adaptação ao cinema por isso vou-me resumir a um "está a ser eficaz!"
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Filmes que vi nos últimos tempos e que mais gostei:
- Oblivion
- Mary Reilly
- O Labirinto do Fauno
- Cloud Atlas
- Identity
- Eternal Sunshine of the Spotless Mind
- Ronald o Bárbaro
- Os Croods
- O Mascarilha
- O Pianiasta (revi)
- A lista de Schindler
- O Hobbit
- Capote
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Eu em modo férias:
Respectivamente em Santo Tirso, Guimarães e Serra da Arada.
Despeço-me com esta música:
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