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terça-feira, 18 de maio de 2010

Resposta à Oratória

Dianam, eu consigo professar

Por estas singelas linhas,

A adoração que concebes-te pela minha imagem!

Quadro demasiado abstracto,

Não pode ser enclausurado em escritos,

Ou então, a nossa pequena eternidade não chegaria

Para traçarmos os textos escorreitos que deveríamos!

Somos as descendentes da sirena suprema!

Carregamos, no suporte mútuo,

A obrigação de encandear de luz

Os escombros de onde teimamos

Desterrar as cinzas prolíficas do saber!

Carregamos no nosso âmago,

O cristal vítreo que energizará

E completará o rito em torno

Das raízes do pensamento!

Nós faremos ressurgir a poesia

E a música babilónica a que me remetes.

Dama de branco e dama de preto!

Das urnas frutuosas

Que transportamos,

Iremos urdir uma nova doutrina!


(perdoa-me o esquecimento da publicação mas já conheces o meu caos pessoal,

poema enviado para o concurso Ministério da Poesia 2009)





quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Where are u fleeing now wanderer?

Are you coming from the sun? Or from the sea?
The mist descend as a prelude of you...
Oh may you dwell in here,
Oh may you dwell and rest in me!
Arouse from the depths of an inglorious lifetime
To walk the path covered with leaves of neverending Eden



terça-feira, 19 de janeiro de 2010

E os devaneios nocturnos nunca fizeram tanto sentido! Rodopia à minha volta uma brisa mágica, brilhante, que arrasta consigo uma obscuridade tão envolvente quanto sádica. E queima-me a pele e deixa verter o veneno interior pelo fluido da minha boca. Pulsátil e quente...



:: Slave of my pain ::
:: Master of my flesh ::

sábado, 16 de janeiro de 2010

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

"Lady Maris turned her head toward the large, freestanding mirror. "You may go now." Daemon Sadi slipped out of bed and began dressing slowly, tauntingly, fully aware that she watched him in the mirror. She always watched the mirror when he serviced her. A bit of self-voyeurism perhaps? Did she pretend the man in the mirror actually cared about her, that her climax aroused him?
Stupid bitch."
( in 'Daughter of the Blood' by Anne Bishop)


Extenuada descanso sobre o teu peito.
Consumida por desejos proibídos e
Ventos cíclicos do baixo ventre...
Entrego-me falsamente,
diante dos teus olhos mortíferos.
E a perfeição dura dias!
E a maldade do passado pareceu-me
tão terrivelmente longe,
que apenas me deixei guiar pela sedução do presente.

Esses meus cordéis, aperta-os com o teu natural afinco,
Mágicamente sabemos que eles nos unem!






"till I bite thy neck again, this fall won't be sweet in vain"